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 No dia 24 de outubro, sexta-feira, com início pela manhã, aconteceu corte de determinada e certa quantia de árvores existentes ao longo do canteiro central da Avenida Santo Antonio, região central da cidade de Itaí, interior paulista, mais precisamente entre a Rua Pedro Alexandre Fogaça (Jardim Santo Antonio) e Rua XV de Novembro.
Quem esteve lá naquela ocasião, testemunhou que o serviço foi realizado por funcionários da prefeitura itaiense, tendo apoio logístico de funcionários da Cia Luz e Força Santa Cruz (CPFL Santa Cruz), empresa do grupo CPFL Energia, mais funcionários da Gemman Construtora (com sede em São José dos Campos/SP, prestadora de serviços para CPFL).
Durante os trabalhos, comerciantes e moradores das imediações, transeuntes, fotógrafos, bem como de simpatizantes da chamada mídia digital e fotógrafos, dentre eles muitos conhecedores e defensores do meio ambiente. notaram a presença do prefeito itaiense, Valmir Domingos acompanhando os trabalhos sendo realizados.
Neste espaço, no momento, não cabe dimensionar a repercussão do corte dessas árvores, quer seja em seu aspecto negativo, quer seja em seu aspecto positivo, se existem; ou sobre o ponto de vista legal, ou sobre o ponto de vista técnico-ambiental, mais abaixo mencionado; muito menos sob o ponto de vista emocional e, por último, sob o ponto de vista oportunista, latentes nos últimos dias.

Essa cautela é tomada pelo respeito que se deve ter com a liberdade das pessoas. Sempre.

Mas…

É lícito propor informações sobre a legalidade, ou não, do corte de árvores e do plantio de árvores que aconteceram em Itaí.
Num outro momento, foi citado que a prefeitura itaiense, sob a administração do saudoso prefeito Dr. Luiz Antonio Paschoal, promulgou a Lei 1.728 de 26 de setembro de 2012, que disciplina a arborização no Município de Itaí, e dá outras providências, lei esta ainda vigente.
 












 
 
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