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Envolta em problemas financeiros e especulações políticas a Santa Casa de Itaí padece
É certo que a Santa Casa de Itaí está endividada e muito, que precisa de ajuda de todos, mas mesmo assim continua trabalhando, oito médicos estão atendendo e um grupo de funcionários também cumpre seu papel. A entidade está com uma divida próxima ou superior a R$ 2 milhões, divida essa gerada em anos anteriores e que chegou a ser parcelada, mas nem mesmo o pagamento dessas parcelas foi cumprido satisfatoriamente.   E com isso, ela passa por sérias dificuldades e se faz padecer e padecer também a população itaiense que precisa da entidade.
Tudo isso se torna uma maneira dos opostos se atacarem, enquanto a situação se defende, a oposição ataca afirmando que a culpa é do Executivo. O que confunde a população, já que esse ataque faz acreditar que a Santa Casa é de responsabilidade total do Executivo, quando na verdade por se tratar de uma entidade filantrópica é responsabilidade do Provedor e de seus administradores.
E por outro lado, amarelos, vermelhos, rosas, azuis, seja lá qual for à cor, ao invés de se digladiarem e usar a entidade como trampolim político, na busca de votos para as próximas eleições, já que nessa troca de farpas, um lado quem inferiorizar o outro e ganhar status e a confiança do povo.
Essas pessoas, políticos eleitos ou não, que insistem em dizer que querem o bem do município deveriam era se unir e tentar ajudar, cada um da sua maneira a resolver o problema. Lembrando que cabe ao executivo repassar a verba que foi estipulada em Projeto Lei pela Câmara Municipal e, segundo o Provedor da entidade, ao cabe administrar de forma correta esse repasse, está sendo feito de maneira satisfatória e regular.     
Agora tem de se analisar na verdade é o gerenciamento da Santa Casa, o Provedor é o único que tem autonomia na mesma. É ele quem decide a contratação e dispensa de médicos e funcionários, é ele quem tem de gerenciar as compras, é quem tem de prestar contas, portanto é ele quem deve explicações exatas à população.
No entanto, o Provedor Sr. Honorato da Silveira, todo tempo afirma que a Santa Casa está em prefeitas condições de andamento, de gerenciamento, mas nota-se que ele mesmo pouco para no local. Administrar um a entidade desse porte exige responsabilidade e disponibilidade total, aceitar o cargo é uma forma de dizer que está ali para concertar um erro e não deixar acontecer de novo e para que isso aconteça, gerenciar com firmeza e austeridade é uma das obrigações. Tendo um empreendimento pessoal, permanece mais fora da Entidade que dentro dela e que quando perguntado ou questionado está sempre com duas pedras na mão. 
A Santa Casa de Itaí já tem problemas demais internamente, para que políticos (eleitos ou não) oportunistas criem ainda mais. Ao invés de criticar tanto, cobrem de forma regimental atitudes pontuais de ambos os poderes e que de forma pessoal, busquem colaborar também, afinal, a Santa Casa aceita qualquer tipo de doação.
Com transparência por parte da administração da entidade prestando contas à população, com responsabilidade dos poderes constituídos e com a participação popular a Santa Casa 



pode sim, mesmo que a longo prazo ter solução, mesmo que para isso, medidas drásticas tenham de ser tomadas.
Em relação ao chefe do Executivo, quê segundo Honorato vem cumprindo com o repasse à entidade, vale lembrar-lhe que em campanha política em carro de som pelas ruas da cidade anunciava que a Santa Casa de Itaí e o setor da saúde em si, seria sua prioridade de Governo, então algo mais também precisa ser feito pelo Executivo, que cumpre a Lei, mas que pode, de outras formas contribuir ainda mais. Em relação ao Legislativo que critica muito, poderia também contribuir até mesmo financeiramente se for elaborado um Projeto de Lei do Legislativo repassando parte do duodécimo que lhe é repassado mensalmente e não apenas no final de ano se “sobrar algo” dos milhões que recebe.    
 Quanto ao Sr. Honorato, Provedor da Entidade, nossa páginas estão sua disposição (assim como estão para os poderes constituídos e entidades filantrópicas) sempre, para qualquer esclarecimento, prestação de contas e também como forma de parceria divulgando as necessidades e criando campanhas para que se arrecadem donativos à entidade. Afinal Utilidade Pública faz parte e é uma das prioridades da imprensa e a prestação de contas deve chegar a toda população, não só através de um portal eletrônico onde muitos na verdade a maioria não tem acesso, mas de forma visível e palpável é uma obrigação.   

fonte :texto/ foto  jornal popular itai sp
 
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